Cãmara de Vereadores de Ivorá
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Neimar Bottega

Saúdo presente a casa, vereador Acemar, saudando-os, saúdo os colegas vereadores e vereadoras, também saúdo o assessor jurídico Alcione, legislativo o Paulo. Hoje eu quero falar em três assuntos especificamente. Nós temos dois quebramolas no Ivorá, e eu gostaria, na medida do possível, também entendendo a falta de pessoal, porque as tintas já chegaram para pintar as faixas, porque quem vem de fora, geralmente em cidade pequena, nem presta muita atenção nas placas. E acontece que até moradores de Ivorá já passaram sem notar, então se pintar se torna mais fácil. Outro detalhe que eu queria falar é que as comunidades, principalmente do interior, estão sobrevivendo com as bochas, as bochas que estão dando sustentação financeira às comunidades. Vai haver um torneio de bocha no Sítio Alto, Município de Faxinal do Soturno. Mas hoje, nesses torneios que dão, muitas equipes utilizam as canchas próximas, e nós temos duas, muito próximas, que é a Linha Um e Linha Simonetti. Também não sabemos o que vai acontecer com o tempo até sábado, mas se der uma aclarada, eu gostaria que a Secretaria competente, no caso a Secretaria da Obras, desse uma arrumada no rio, tanto da entrada onde era a ponte da Linha Simonetti, como a barragem da Linha Um, para as comunidades também terem movimento em suas casas com esse torneio de bocha. Outro assunto que eu gostaria de falar também, que eu vou falar que está sendo muito cobrado, eu fui atrás para conferir a questão do calcário. Eu quero dizer que eu acredito na honestidade das pessoas, como eu acreditava antes, lá em 2024, e estou acreditando agora. O calcário foram pesadas só duas ou três cargas. Agora, o resto foram colocados por medidas. O calcário 100 kg a mais ou 100 kg a menos não vai fazer tanta diferença, e foi feito assim, lá em 2024, que deu toda aquela polêmica, a Coopivorá não tem tíquet. Então é anotado no papel, estive falando com o pessoal da empresa, falei também com o pessoal da Coopivorá, eles que foram pesados as primeiras, e agora estão carregando mais ou menos por um volume que se adequa mais ou menos ao peso. Então, quer dizer que sempre eu, no meu ponto de vista, acho que o gestor público, ele não só tem o interesse, como ele tem o dever de sempre auxiliar o contribuinte da forma que renda ainda mais, porque o calcário só tem uma coisa, corrigir a acidez do solo. Então, talvez, por ter sido um período eleitoral, de julho a outubro, deu todo esse debate na questão do calcário e agora está acontecendo a mesma coisa. Porque é praticamente, humanamente, quase impossível levar, pesar certinho, no caso na balança, para entregar para todos os agricultores. Porque se não entra com o caminhão, tem a tara, pesa, sobra, tira, volta, pesa. Isso é um entendimento que eu tenho. Também foi falado muito do Cronos, que não sabia onde estava, que não sei o que. Todo aquele tendel que todo mundo sabe o que aconteceu. Aconteceu a mesma coisa com a estrada da saúde. Eu tive que ir atrás, daí falaram o que aconteceu e tal, fui atrás, só para fazer a comparação que a gente tem que ter consciência que só o poder não faz de ti uma administração incontestável. A gente tem que pensar que a conta sempre vem e tem que olhar o outro lado da moeda. Era isso. Muito obrigado.

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Acemar Meneguetti Pase

Com certeza a gente está muito atento à questão dessa passagem aqui na Llinha Um, na linha Simonetti. Inclusive eu gostaria de falar que hoje foi realizado o conserto, só hoje, porque infelizmente não tem como fazer o conserto com água alta. E agora a gente está aí com uma previsão de 200 milímetros, não se sabe o que vai acontecer. Então, se tiver condição de deixar, com certeza a administração vai dar uma olhada para que isso seja consertado. Porque a preocupação que nós temos é muito grande e já não é mais preocupação, é indignação mesmo com essa empresa que está aí desse jeito, que parece que adiando, adiando, e eu não sei, para dezembro nós teríamos a ponte, mas eu acho que nós não vamos ter nem sinal. Então já são agosto e está aí desse jeito. Então hoje esse pessoal parece que esteve aqui no município, mas nós vereadores até antes da sessão a gente comentou que nós vamos tomar providências e os colegas estão todos dispostos a questionar essa empresa, que ela seja mais ágil, porque eu não consegui falar com o prefeito hoje para nós termos uma posição, porque esses donos dessas empresas eles estiveram hoje na prefeitura e nós não soubemos ao que foi falado, então nós não vamos se pronunciar antes de ter a resposta que a administração teve, aí o prefeito teve com os diretores dessa empresa. Mas com certeza nós vereadores estamos todos atentos e vamos cobrar da medida que nós, o direito que nós tiver, nós vamos usar para que essa empresa tenha consciência da responsabilidade que eles estão tendo, porque eles estão trabalhando, são duas, três comunidades, estão trabalhando com pessoas e essas pessoas merecem respeito e na nossa parte de vereador aqui nós vamos fazer o impossível para que isso seja o mais breve possível solucionado.

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Angelo Freo Simonetti

Saúdo o Presidente Acemar os colegas vereadores e vereadoras, o Assessor Jurídico senhor, Alcione, o Paulo, já os colegas já comentaram em relação à passagem que tivemos, então a gente vai comentar que a gente sabe o drama que a gente passa, que a gente é como morador, então hoje tivemos, ontem até estava falando com o prefeito, olha agora acho que tem toda uma condição de poder nós fazer, porque quando tem muita água não tem como fazer a manutenção, e hoje ofereceu uma condição para poder recuperar a passagem ali, que é tão desejada e tanta gente que passa nessa passagem, porque a volta a gente quando é preciso a gente faz, mas a gente sente aquela grande volta que a gente tem para o lado do barreiro, e assim, como dava o presidente junto, o prefeito, hoje tudo preocupado com a situação da ponte, provavelmente a gente está só assim tendo ideias, até o prefeito colocou, quem sabe, podemos, acho que a coisa não anda rápido como desejado sobre a ponte, que quem sabe, acho que vamos ter a possibilidade de botar outra galeria e concretar, isso são só suposições, com certeza isso vai dar um desafogamento maior de água, em poucos dias nós teríamos passagem de acesso livre para todos, mais outra galeria, a gente sente isso, e também, como os colegas falaram, do torneio do Sítio Alto que veio acontecer, tem as canchas da Linha Um e da linha Simonetti, que seriam as próximas para serem emprestadas, e provavelmente estão preocupados ali, a administração, se o tempo permitir, vamos recuperar a outra lá embaixo, que hoje a gente vai e recupera, e até não tenho nem certeza se eu vim para cá, se eu vou poder voltar aí com esse rolo de água que deu a recém, mas eu acredito que vai dar, mas assim, é preocupante, nesse sentido da chuva, que choveu meio no alto, mas ela demora um pouco, e assim é preocupante, mas vamos torcer, mas vamos ter esperança que eu acho que vai acontecer a ponte, acredito que sim, porque do jeito que está assim, é todo mundo, porque é o mundo todo que passa, dá para se dizer, porque tem gente ali, eu ouvi dos colegas, que tem gente de todo lado, vindo de um lado para o outro e não conseguem cruzar, imagina como não parece, tem sempre gente passando, mas é uma preocupação muito grande, para contar para vocês, hoje nessa recuperação, colocamos no grupo, motivo de muita gratidão, vamos aproveitar antes da chuva cruzar e fazer as nossas coisas, é uma necessidade que a gente cruza, mas vamos lá, colegas, vocês são os soldados fortes, e vamos assim em frente, porque uma ponte, pelo menos, deveria dentro de um ano, estar acesso livre para todo mundo, era isso.

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Acemar Meneguetti Pase

Fico muito feliz em falar que somos pessoas de muito longe, que chegam e não conhecem, eu sempre digo, o santo do Ivorá é muito forte, é muito forte porque não acontece nada, então isso é preocupante mesmo.

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Tiago Callegari Tonel

Boa noite, mesa diretora, colegas vereadores, quem nos acompanha via Facebook, como o vereador Neimar e o vereador Nito falou, é de suma importância a ponte, e o que parece e é, é que não está andando, a gente foi há praticamente 3 meses para Porto Alegre na marcha dos vereadores, a gente foi lá na empresa, e eles falaram que ia andar o negócio, até a gente questionou eles, e parecia que ia andar, só que 3 meses após a visita na empresa, simplesmente não foi feito praticamente nada, está marcando bastante chuva, e como fica as pessoas que moram do outro lado do rio, sem passagem, com transtorno, perdendo a questão, tem produtores de leite, perdendo o leite lá, e como que vai ficar tudo isso, sabe? A ponte vai ficar pronta, mas quando? Quem mora do outro lado do rio não quer saber quando, quer parar ontem essa ponte, e se pelo menos estivessem trabalhando, nos dias de sol, trabalhem pouco, e quando chovem, tem a desculpa que está chovendo, que não podem trabalhar, e a população tem pressa, eu acho que nós, como vereadores, temos que nos reunir, ir lá de novo na empresa em Porto Alegre, e cobrar, porque da outra vez a gente foi ouvir, quais eram os questionamentos, e agora não tem dessa de ouvir, a gente tem que ir lá e cobrar para que ande, que tragam mais pessoas para o canteiro de obras, porque uma ponte com dois ou três operários, vai demorar quantos anos, e a população tem pressa.

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Ana Paula Salles Cherobini

Boa noite, senhor presidente. Boa noite, caros colegas. Boa noite ao nosso assessor jurídico, ao Paulinho, nosso assessor da Câmara. Boa noite a todos que nos acompanham em suas casas. Hoje não temos ninguém no plenário, e o dia também não favorece para que ninguém saia de casa, quem somente tem compromisso. Então nós estamos aqui cumprindo nosso papel, nosso dever, e é assim que tem que ser. Antes de entrar nos assuntos para os quais eu me inscrevi, é importante esse diálogo... Está tremendo o microfone, não sou eu. É importante esse diálogo sobre as pontes, e muito tem as pessoas meio questionadas, tem sido feito até algumas ironias, algumas piadas nas redes sociais, que todo mundo está preocupado que as agentes vão levar as pontes embora. Opa, opa, mas que ponte, que nem foram construídas ainda. Então chega a ser motivo de piada já. Eu me preocupo no sentido em que também faço parte, e devo ter a minha responsabilidade, assim como nós todos vereadores, de lutar por esta ponte, e não me omito a isto, mas eu aprendi em alguns anos de vida que tenho, que tudo nesta vida tem hierarquia. Podemos fazer a nossa parte, podemos nos reunir, podemos pegar um transporte e ir a Porto Alegre, mas calma aí, tem fiscal de contrato para isso? Quando é celebrado um contrato público, para construção, para prestação de serviço, para compra de qualquer coisa, a lei de licitações exige fiscais de contrato, no mínimo um, dois ou três, nem lembro mais agora de fato quantos são. Com todo respeito, tem secretário competente para isso, deveria ser competente para cuidar disso. Terceiro, tem setor de projetos, colega, que também tem que cuidar disso. Nós somos o último elo, o último aperto político. Nós não somos técnicos. Nós somos o quanto a coisa realmente não está andando, é para a gente que vai pedir socorro para quem tem que pedir lá para cima, vamos dizer assim. Eu não ouvi ninguém pedindo apoio para a gente ainda, sinal que eles estão dando conta do recado, a administração está conseguindo conduzir a situação, então para mim está tudo equilibrado e tudo tranquilo. Quando o prefeito vir aqui nesta casa e nos pedir apoio, porque não estão conseguindo resolver, aí eu tirarei, desculpa a palavra, a minha bunda da cadeira e vou correr atrás dessa situação. Não que eu não me importe, não me interessa. Eu só acho que temos esferas a respeitar, trâmites a respeitar, e eu não vou atropelar um fiscal de contrato. Quando ele não for mais da alçada dele, ele vai passar para o setor competente, para isso existem as questões formais. Se não está acontecendo, nós podemos ser oficializados e pedidos o nosso apoio. A gente vai apoiar em qualquer situação, eu creio. Independente de papel ou não, é o nosso compromisso. Só que eu, particularmente, não vou sair batendo em porta de empresa, porta de não sei de quem, sem saber o que está acontecendo aqui, se já foram batidos em todas as portas possíveis. Mas eu preciso ouvir isso da administração. Eu gosto da comunicação formal, de certa forma. Eu vejo pontes por aí acontecendo tão rápido, tão muito rápido, tão muito rápido. Tem apoio político, tem forma política, nós somos nove, aqui nós podemos muito mais. Nós podemos ir longe também. Só que eu não posso sair atropelando as pessoas. Tudo bem que eu tenha até um perfil parecido com isso, me chamam de isso, de aquilo, mas eu respeito quem está sendo, quem foi, quem está proposto, quem se propôs a tocar uma secretaria, a tocar um município para resolver esse tipo de problema. Quando não tiver mais solução, nos chame que a gente vai entrar com a parte política. Nós não somos técnicos. Então, só para deixar bem claro para a população, ah, mas os vereadores não fazem nada. Na hora que precisarem que nós formos chamados para isso, faremos. Se alguém já foi chamado e não nos comunicou, eu sinto muito. Acho que podemos fazer alguma coisa sim, mas para isso precisamos de mais diálogo, de mais empatia, mais competência de todas as partes, e ir para cima sim, e cobrar realmente que seja feito o mais breve possível. Inclusive, eu acho, que eu vejo tantas lives acontecendo, para avisar isso, avisar aquilo, para anunciar isso, para se aparecer lá, vão lá na Beira do Rio fazer uma live e dizer que a obra não está acontecendo. Usa a mídia porque tem que ser feito. Usa a live para isso, isso é uma ferramenta maravilhosa para criar a realidade para as pessoas, dizer o que está acontecendo, e isso vai chegar até a empresa competente, a quem quer que seja. A responsabilidade é de todo mundo. Todo mundo tem uma parcelinha de culpa, de responsabilidade, e quando ficar pronta, todo mundo também vai colher os frutos disso. Então, eu acho que vamos parar de... Sei lá, nem sei o termo certo, e a luta. Mas eu quero que a administração me comunique, nos comunique qual é o andamento da situação dessas obras. Buenas. Seguindo então ao que eu me propus e me escrevi aqui, eu continuo pedindo uma atenção muito grande da Secretaria de Turismo, da Secretaria de Obras, para a questão de placas de sinalização que estão inexistentes nesse município. Eu gostaria de um retorno disso. Estão providenciando? Não vão providenciar, entendeu? Tem pessoas ainda com dificuldade para achar os locais. Eu acho que teve agora a questão do geoparque, e parece que foi tudo tão lindo, tão maravilhoso, mas tem tanta coisa para ser feita ainda. Então, coisas pontuais, coisas básicas e necessárias. Então, eu fico me perguntando se realmente é tudo que está sendo pintado. Um pedido, porque, afinal de contas, eu já nem posso fazer indicativo, nem pedido informação aqui, porque fica bem estressante. Mas vou fazer um indicativo verbal aqui dentro do meu grande expediente, para que a Secretaria de Finanças... Hoje em dia, na era da comunicação, todo mundo tem celular, tem WhatsApp, que a Secretaria de Finanças cria um sistema que possa avisar a todos os que estão com débitos, inscrito em dívida ativa, que tem débitos, parcelas pendentes. Tem aqueles que não vão gostar de receber, mas tem aqueles que nem sabem que estão devendo alguma coisa. Então, eu acho que um WhatsApp informativo é importante, é interessante. Acho que tem que ver a parte da legalidade disso. Outros lugares já estão fazendo isso, já informam a gente que a gente está devendo. Então, é um convite para que as pessoas regularizem as suas situações. Está acontecendo que muitas pessoas estão pedindo serviço e o serviço não está sendo feito. E algumas pessoas não sabem por quê. Quando vão atrás, não é porque você está devendo, por isso que a máquina não vai, por isso que não acontece isso. Ah, eu nem sabia que estava devendo, algumas pessoas dizem. Então, é comum. Ah, mas não sabe das contas que tem. Não é bem assim. Às vezes, você chama o veterinário para tratar um animal lá e realmente esquece de pagar aquela corridinha. E fica ali como escrito. Então, não é um... Ninguém quer só negar nada para o município, eu acredito. E eu acredito que o município tenha ferramentas para isso. Eu acho que a informatização dos sistemas é uma coisa que eu venho batendo desde o princípio. É uma coisa que cai demaduro e que traz clareza, além da clareza, traz eficiência. E não se vai embora quando aquele CC ou aquele secretário vai partir, porque aqui todo mundo é passageiro. Então, hoje estamos aqui e amanhã serão outros. Amanhã não, daqui a mais uns diazinhos. Mas, eu acho que o sistema, quando entra, quando fica, quando fica organizada uma secretaria, o município anda por conta. E não desfazer sistemas que já estavam implantados para colocar, enfim. Eu acho que a organização é imprescindível. Mas, uma coisa boa, eu gostaria de parabenizar a comunidade da linha 5 pela festa. Não foi uma festa tão grande. E aí eu volto e me pergunto novamente, se fazem um show, se fazem um evento onde tem um coffee break gratuito, onde tem uma viagem gratuita, onde tem qualquer coisa gratuita, tem 30, 50. Aí fazem uma festa de comunidade e vai um, dois. Eu acho que tem alguma coisa muito estranha nisso. Muito errado nisso. Então, é uma festa de comunidade que devem ser valorizadas e apoiadas as pessoas. Afinal, daqui uns dias vai ter eleição. E é das comunidades que saem os votos. E eu espero que as comunidades observem bem quem está participando das festas, dos jogos, dos eventos. Para daqui uns dias cobrar isso e dar o retorno na urna. Então, eu parabenizo aí a comunidade da linha 5 pela festa. Uma comida maravilhosa, excelente. E já deixo o convite também. Faço o convite aqui de minha vontade para a festa na Boca da Picada. Festa em homenagem a São João Maria Vianney. Então, dia... Deixa eu só abrir aqui o convite. Um minutinho. Eu não imprimi.Dia 2 de agosto, então, na Boca da Picada, programação do dia todo, 10h missa, 12h15 almoço, risoto, galetas, churrasco, legado, maionese, salada e pão, servido nas mesas, 14h domingueira com o grupo Sanfona. Então, informações com a Marielle, 984663791, valor adulto 55, criança de 7 a 10 anos, 25 reais. Acho importante participar, é lógico que a gente não consegue em todas as festas, todo mundo tem alguma particularidade que a gente não consegue realmente em todas as festas. Mas é importante essa participação e valorização das comunidades que estão ficando cada vez mais enfraquecidas. Então, eu acho que a administração tem que começar a pensar em eventos, tem uma Secretaria de Cultura, de Turismo, que tem muito recurso para aportar em eventos no município. Se unam as comunidades, se una a associação, se una os bombeiros, se una o hospital, se una as entidades que tem no município e fortaleçam as entidades do município. Não vamos devolver dinheiro por não ter onde aplicar. Então, aí fica o meu pedido. E por fim, eu gostaria de parabenizar aos avós, que final de semana foi a festa em homenagem aos avós, porque os avós são os segundos pais e muitos daqueles nos criaram, nos educaram. Eu particularmente fui criada pelos meus avós, com muito carinho, avô Pedro e avó Rosa, que sempre vou levar no meu coração e que são os meus guias que me orientaram, que me educaram a ser o que sou. E claro que o mundo dá uma polida ainda, dá uma judiada e enfim, vamos indo. Mas eu sou grata e felicito todos os avós que têm um papel fundamental na vida de cada um. Se não na nossa, na dos nossos filhos. Quem é avô aqui sabe muito bem, o pão é importante dar aquela atenção que nunca foi dada talvez para os próprios filhos. Então os avós são pessoas fantásticas na vida das crianças, das famílias. E eu queria desde já parabenizar, eu não posso deixar de parabenizar o meu filho, o Tales, que representando então o nosso empreendimento, o Mercado Gerbini, ele participou de um torneio, um dos torneios, ele participa de vários né. Torneio de Colônias Novas e se consagraram, só consagraram o segundo lugar em 58 equipes. Foi gratificante ver o entusiasmo dele né, de participar e de disputar uma disputa tão aguerrida assim. Um torneio bem organizado, sem pretensão de promover ego de ninguém, ninguém ser melhor que ninguém. Uma coisa amistosa, uma coisa harmoniosa, uma coisa assim, muito bem, a gente se sente bem de participar. Nada de coisas extras vamos dizer assim. Então um ambiente onde foi construído aí um segundo lugar bem merecido e importante que cada um, cada criança, cada adolescente, cada jovem se encontre na sua atividade, no seu esporte favorito né. Tem várias pessoas aqui, eu sei pelos filhos do Bottega, que são pessoas, meninos maravilhosos que gostam do futebol né Bottega. Então é como é bom ver as sagorizadas se desenvolvendo e levando o Ivorá adiante né. Então toda vez que o Ivorense, o empreendimento Ivorense ele é bem visto, todo Ivorense deveria ficar feliz e fazer algo também para que a gente pudesse fazer isso aqui e ser engrandecido e valorizado aqui dentro. Que eu vejo que parece que as pessoas, as vezes, os nossos, da nossa casa, do nosso próprio arredor, eles não tem esse interesse em apoiar né. É mais fácil, enfim, entender. Eu agradeço e era isso.

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Ivair Carlos Barichello Maziero

Cumprimento o presidente Acemar, mesa diretora, demais colegas vereadores e vereadoras aqui presentes também nesta noite da nossa sessão ordinária. O Alcione também, nosso jurídico, o Paulo nosso assessor. E todas as pessoas que vão nos ver via Facebook. O assunto que eu tenho, um dos assuntos que eu tenho para o dia de hoje é a questão da passagem do último dia 25 do colono e motorista. Pra nós, pra mim, eu estou vereador, mas eu sou agricultor. Então é um momento que a gente sente feliz por ter uma data marcada pra nós, mas infeliz pela lesura que estão essas duas categorias. Que o sistema próprio está detonando com essas categorias que colocam o pão na mesa de todo mundo, 3 ou 4 ou algumas vezes até 5 vezes no dia. O alimento na mesa dessas pessoas pra sua sobrevivência. E todas as pessoas, não é uma só, são todas as categorias que dependem desses setores pra ter seu alimento na mesa. Então, pra mim, eu saúdo todos e deixo um parabéns a todos pelo seu dia, pela sua garra, sua persistência. Mesmo desta forma que estamos aí, trocando 6 por meia dúzia há um bom tempo já, com dificuldades intempérias. E o sistema nos prejudicando a dizer assim que é só essa garra que vai fazer a permanecer na agricultura ou no transporte o motorista. Que a situação é muito delicada, muito delicada. Qualquer um de vocês aqui, colegas, que eu acredito que viajam também. Quem conheceu o centro de Santa Maria alguns anos atrás, hoje, indo lá, a gente lamenta que aquilo era difícil pra caminhar no centro. Hoje, a gente caminha abertamente livre. E isso é um reflexo dos municípios nossos, que são maior parte aqui baseado na agricultura ou nesse setor primário. Que falta de recurso pra movimentar essa máquina que gira. E tá na mão dessas pessoas, assando, botando uma brasa na mão desses agricultores e desses caminhoneiros, sofrendo dessa forma. Mas mesmo assim, a gente deixa parabéns pra eles e muita força e muita garra. Essas categorias que aqui fazem, e em qualquer lugar do mundo, fazem a gerar alimentação e todos os outros setores que vêm por volta disso. Então ficam parabéns as duas categorias. Outro assunto que eu venho também, como eu fui questionado também, inclusive nem vou fazer nome. O pessoal que foi da administração anterior, que a gente cobrou a respeito do calcário. Pra mim não é a questão de eleição, pra mim é questão de transparência. Quando passa na balança, não passa. E todo agricultor que chega numa entrega de cereal, seja o que for, ele tem que passar duas vezes na balança, sempre. E por que o que vai pro agricultor não tem que ser passado? O agricultor ele vai ter que escorar a pancada, tomar laço muitas vezes. Quando nós não tínhamos aqui nas nossas municípios, ou tanto o nosso como os vizinhos da MTV que todos se organizaram. Quando nós não tínhamos balança pra carregar gado, o produtor era sempre lesado, porque o produtor sabe produzir, não sabe pesar. Quem sabe pesar é o atravessador, é o comprador. Então pra mim, eu acho que assim, se como o colega falou, aconteceu nesse momento também, não concordo e não concordo de maneira nenhuma. Balança existe pra ser medida. Unidade, a granel tem que ser medida, tem que ser pesada sim. E contique, ou seja, a forma que for, tem que ter o peso exato daquilo que está se levando. Quando entra produto em qualquer unidade tem que ser pesado, como quando está chegando lá pro agricultor. Não concordo, o colega vereador que se colocou, falou também sobre esse assunto, que eu concordo. Como do agricultor tem que ser pesado, o que vai pro agricultor também tem que ser pesado. Então, se agora aconteceu algumas cargas, o meu aval não tem de maneira nenhuma. Como eu cobrei no anterior, que eu estava na administração passada, a empresa tem a obrigação de entregar o peso exato. Só que ele volatiza, volatiza, mas quem manda é a unidade de medida que é o peso nesses setores. Então, não estou aqui falando, não sou politiqueiro, não, eu sou agricultor. Eu falei na passada, falei aqui nessa tribuna e falo agora de novo, se está acontecendo isso, não concordo. De maneira nenhuma, não concordo. Tem que existir uma unidade de medida sim. Mais ou menos, pra mim, não existe. Ninguém faz nada com mais ou menos. Vão fazer uma casa mais ou menos, a casa vai cair antes de ficar pronta. Só digo isso. Então, assim, colega vereador, concordo plenamente. Não sou de dizer lá ou cá. Eu, pra mim, se aconteceu isso aí, dessa forma de mais ou menos, pra mim, não concordo. Porque eu sou agricultor e eu tenho pilhas, tenho todos os agricultores que entregaram, tem pilhas assim, de Romaneio, que entregaram os produtos sendo pesado. Então, é uma forma que eu tenho, meu particular, não aceito sem ser pesado as coisas, que vai chegar até o agricultor, de forma nenhuma, o que tiver pesado no peso normal, certo, na vasilha vai estar a tara, vai estar a unidade de medida ali, vai estar o peso certo. Não concordo. Então, outro assunto que eu tenho, caras colegas, é um assunto relacionado a nós, todos nós, município, é da ponte, dessas pontes, né. Também, como todo mundo conhece nós e a gente tem transparência, a gente tem trabalhos próximos da estrada e aí passam pessoas que dependem da ponte que está na nossa caminho ali. E eles nos questionam, né, e a ponte vai sair? Até onde a gente sabe, ela tem prazo para começar e para terminar. Até onde a gente sabe. Mas, o que preocupa, se vamos que aconteça o que se fala pela defesa civil ou por os órgãos que são relacionados ao clima, que nos passam as previsões, nós temos uma ponte só para fazer essa ligação dessas comunidades. Mas, por um fazer assim, não tem mais. Aí não tem aquelas e não tem aquela da ligação do município, entre município e municípios. Aí, então, é um problema bem pior que vem a acarretar uma dificuldade que eu vivi ali quando eu tinha 4, 5 anos, né, que tinha uma barragezinha que o pessoal passava, até inclusive que carro foi arrastado naquele período, foi arrastado para baixo com um pouquinho de água alta na barragem, né. Aí nós vamos chegar num momento que nós vamos retroceder muitos anos, né, 40 anos atrás, né. Então, a gente, infelizmente, que isso aí está com essa demora dessa ponte, eu acredito que os órgãos competentes têm que atuar sim, têm que notificar. Até eu sei em outros assuntos aí, municípios, vizinhos, andaram notificando algumas outras coisas aí que não estavam acontecendo como era para acontecer. E eu acredito que responsabilidade todo mundo tem que ter quando se comprometeu com o trabalho a exemplo dessas pontes, né. Então eu acredito, assim, que a gente está aí à disposição, a hora que for, como os colegas mencionaram, de ter uma união entre executivo e legislativo para ir em cima disso. Mas nós temos engenheiro no município e ele tem o poder de notificar. Até onde eu sei, né. Então eu acredito que ele tenha que ter uma atitude urgente para isso. Até mesmo aonde saem essas pontes, a gente sabe que tanto um lado como o outro eles têm ligações com a agricultura. E o que acontece com isso? Nós vamos esperar para fazer a perfuração desse material ali sem ter destino, sem ter rumo após de ser feita a planta? Se passar um ano ali para não ter um começo, para ter um alinhamento para ver onde é que tem o acesso da ponte? Isso é triste, é triste que isso venha a acontecer. Mas a gente está de acordo e está sempre ali disponível no que der e vier para esses assuntos que a gente sabe que o desenvolvimento passa bastante ou quase tudo para a questão dos acessos, né. E aí essas comunidades e esses entre-municípios estão muito prejudicados com essa situação sem ter a ponte, né. Mas é isso, presidente.

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Neimar Bottega

Saúdo novamente a todos e a todas. Eu gostaria de dizer que só me causa bastante estranheza que antes, na época do governo anterior, foi vereador, deu posição que falou. Agora eu duvido que as pessoas, que nós, os vereadores, ninguém sabia que o calcário estava sendo entregue sem pesar. É por isso que eu só comentava na volta, onde eu comentei com o vereador, fui no secretário, então o pesar não está. Então, se o agricultor foi lesado antes, com certeza está sendo lesado novamente. Mas ainda eu acredito na honestidade das pessoas. Porque eu jamais vou trazer um assunto aqui que eu não tenho certeza. Inclusive falei com o secretário, fui na sala dele. Digo, secretário, está acontecendo isso? Não, foi pessoas primeiras. Fui lá na Coopivora. Realmente foi pessoas primeiras. Então só os primeiros foram beneficiados, eu acho. Eu, quando eu era situação, o tio Eusebio era vereador aqui também, teve casos que eu cobrava normalmente, como se eu fosse oposição. Só que foi praticamente entregue todo o calcário e ninguém falava. Eu digo, um dia eu vou ter que comentar. O que me leva a crer que era questão política da época, porque até este momento, a não ser eu falar aqui, ninguém tinha falado. Era isso, muito obrigado pela parte.

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Ivair Carlos Barichello Maziero

Muito bem, então, colega Bottega, até o meu conhecimento também, o que eu tinha falado algum tempo atrás junto ao secretário, me falou que estava ali pesando, lá no começo. Depois eu não falei mais sobre esse assunto, porque na entrega remessa do ano passado, veio uma entrega que veio a máquina que pesava. Ou seja, essa vez tinha uma outra máquina aqui, eu vi essa outra máquina aqui, quando eu vi aquela máquina, não tem unidade de peso nenhuma, não tem aquela outra. Então, eu acho que veio mais preparada. Então, eu acho assim que, nesse momento, que quando se faz, se colocar uma licitação de calcário que se obrigue a ter uma unidade de medida junto, de maneira nenhuma se transforme uma entrega de calcário sem ter transparência. De maneira nenhuma, Bottega, caro colega, eu era oposição hoje, mas não concordo com não entregar sem ter unidade de medida de peso, que é peso a granel. Então, que isso se coloque na licitação, que deverá ser entregue com o peso do que foi comprometido junto à licitação. E isso é um pedido que eu deixo para a administração aqui, sendo situação, mas lá em oposição cobrei e cobro de novo, e cobro aqui também, que aqui eu não concordo por ser dessa forma. Não concordo de maneira nenhuma, porque lá eu tenho certeza, porque eu também sou agricultor, e na entrega era para ser um peso, quando chegou ao final não terminou. Cadê os três hectares que faltou para trás? Foi aonde? Não, não, mas é isso aqui, é isso aqui. Não tem, não tem? Bom, então, por favor, né? Então, agora também, eu acho que se aconteceu isso, eu digo assim, que se coloque na licitação, tem que ser entregue com o peso, que aí não compromete ninguém, todo mundo fica tranquilo, que forma dois pesos e duas medidas. Como é do agricultor, tem que ser o que chega ao agricultor também pesado. Então, eu peço que isso se corrija dessa forma. Obrigado, presidente.

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